Eram 22h. Estacionamento. Chovia.
- Eu te deixo em casa..
- Acho melhor não...
- Ora, vamos... entra.
As buzinas rompiam o perturbador silencio que havia sido estabelecido desde que Lívia entrou no carro. O engarrafamento era desanimador.
- E aí o que achou da "aula"?
- Boa...como sempre.
- Não precisa me agradar.
- Eu não faria isso.
- Por quê?
- Talvez porque você não precise.
- E ... do que eu preciso?
- Nesse exato momento... dirigir.
Na sua frente, já havia se formado um imenso vazio. Distraído com a conversa, Ricardo não se dera conta de que o trânsito já estava livre.
- Posso ligar o som?
- Não... as caixas de som continuam sem funcionar.
- Ok...
Lívia parecia impaciente.
- Como estão suas notas?
- Boas...
O pneu estourou.
- Droga! – esbravejou Ricardo.
Na rua só havia uns poucos postes. Ninguém para auxiliar. Ricardo preparou o estepe.
- Estou terminando...
Lívia desceu do carro e foi ao seu encontro. Lágrimas se misturavam às gotas de chuva. Ela o fitou friamente.
- O que te faz pensar que eu aceitaria isso? Eu não queria, eu nunca quis...
Um punhal. Sangue. Ricardo estava morto. Lívia, órfã.
Mistério, duplo sentido, articulação, surpresas... Porrinha... depois sou eu q escrevo bem neh?! Às vezes esqueço, mas esse merece comentário! Demais, demais, mesmo. Adorei =DDD Pegue ele, Dinorah e comece a fazer o início do meu primeiro exemplar \o/
ResponderExcluirFÃAAAAAAA
ResponderExcluir=DDDDDDD
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